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quarta-feira, 30 de março de 2011

Qual é o bicho mais venenoso do mundo?


Chinorex fleckeri

É uma água-viva com finos tentáculos de até 5 metros de comprimento que atende pelo nome de vespa-do-mar (Chinorex fleckeri). Encontrada no litoral da Austrália - principalmente entre outubro e março -, ela é muito mais venenosa que qualquer cobra, aranha ou escorpião do planeta: um único indivíduo da espécie contém toxinas suficientes para matar 60 adultos. "Ao esbarrar na vítima, ela lança milhares de agulhas microscópicas que imediatamente despejam o veneno na corrente sangüínea", diz o biólogo José Carlos de Freitas, da Universidade de São Paulo (USP). Nos últimos 100 anos, mais de 60 banhistas foram mortos por essa medusa na costa australiana - o dobro do número de vítimas fatais de ataques de tubarão naquele país. A boa notícia é que existe antídoto contra a poderosa toxina, mas, como sua ação é muito rápida, a vítima tem que ser atendida sem demora. Por isso, os salva-vidas australianos costumam carregar vidrinhos com o remédio.

Como não nada, apenas flutua no oceano, a vespa-do-mar tem que ser precisa na captura dos pequenos peixes que irão alimentá-la. Por isso, é tão importante a ação rápida de seu veneno. O homem está longe de fazer parte do cardápio desse animal, mas num esbarrão acidental, o veneno pode ser usado como defesa. Na hora do contato, a pessoa sente uma picada, como se tivesse sido atacada por uma vespa comum. Logo depois, a toxina inoculada avança pela sangue até atingir o coração e os pulmões. Se a vítima não receber uma dose de antídoto, pode morrer de parada cardíaca e respiratória em cerca de cinco minutos.

Os tentáculos da vespa-do-mar disparam fios parecidos com agulhas:

1 - As células dos tentáculos são carregadas de uma toxina fatal. Dentro delas há um fio, fino e duro, contráido com uma mola;

2 - Quando alguma pessoa ou animal esbarra nos tentáculos, as células liberam essa "mola" que estava escondida

3 - Os fios perfuram a pele humana sem dificuldade. Suas pontas, em formato de arpão, fisgam a carne e não soltam mais. O veneno injetado por elas logo chega ao sangue;


Hapalochlaena maculosa
O segundo lugar entre os animais mais venenosos pertence a outra criatura do mar: o chamado polvo-de-anéis-azuis (Hapalochlaena maculosa), também do Oceano Pacífico, que só ataca se for provocado. Quando isso acontece, seu corpo fica coberto de anéis azuis que indicam a perigosa mudança de humor. Essa espécie de polvo é bem pequena - do tamanho de uma bola de golfe -, mas possui um veneno capaz de matar uma pessoa em 30 minutos. A sorte é que os acidentes com seres humanos são raros, pois contra a toxina desse animal não existe antídoto. Para salvar a vítima de um ataque, é preciso mantê-la sob cuidado médico intensivo, com respiração artificial, até que o veneno seja excretado pela urina.

O polvo-de-anéis-azuis usa suas toxinas tanto como predador, para caçar pequenos peixes, como em autodefesa, quando se sente ameaçado. O veneno ultrapotente é produzido por glândulas localizadas junto à boca do animal e introduzido na vítima pela mordida do bicho. A mordida em si não é muito dolorida, mas em poucos minutos a pessoa sente náuseas e começa a ficar com a visão embaçada até tudo à sua volta escurecer por completo. Depois, vem a perda do sentido do tato e a impossibilidade de falar ou engolir.
Em aproximadamente meia hora, a toxina produzida pelo polvo pode deixar a vítima paralisada e matá-la por asfixia. O Oceano Pacífico é o lar dos dois animais mais venenosos do planeta. A vespa-do-mar aparece mais no litoral nordeste da Austrália. Já o polvo costuma ser encontrado entre o Japão e a Oceania.

Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br

Fonte: http://domescobar.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de março de 2011

Hora do planeta 2011


O que é?

A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Quando?

Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.

Onde?

No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.





60+
Em 2011, a Hora do Planeta vai além da hora. Recicle-se
Com a adesão de mais de 1 bilhão de pessoas no mundo todo, a Hora do Planeta é a maior mobilização mundial contra o aquecimento global. A plataforma 60+ (www.beyondthehour.org) surgiu para manter essa chama acessa ao longo do ano.

Em 2011, a Hora do Planeta vai além da hora. É o começo de um processo de mudança e tomada de atitudes concretas para o bem do planeta. Ao participar da Hora do Planeta, pedimos que além de pagar as luzes no próximo dia 26 de março você torne o seu cotidiano mais sustentável.

Nesse primeiro passo, a proposta do WWF-Brasil é “Recicle-se”.

Reduzir, reutilizar e reciclar. Essas são ações concretas que todos nós podemos fazer para minimizar o nosso impacto no meio ambiente. Cada tonelada de lixo gerada pelo consumo, por exemplo, resulta em média de vinte toneladas de resíduos associadas à extração de recursos naturais e de cinco toneladas durante a industrialização. Gerar menos lixo e reciclar mais é a mudança comportamental que está ao alcance de todos para garantirmos as condições necessárias para a vida no nosso planeta.

Fique atento. 60+ é uma plataforma de informação e mobilização que vai ajudar você e seus amigos a conquistarem esse objetivo.

O WWF-Brasil, o planeta Terra e todos nós agradecemos!


Vá além da Hora. Participe

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cientistas russos prevêem destruição da terra por colisão com asteróide Apophis em 2036

13 abril de 2036 é a data do impacto do asteróide Apophis (Apophis é o nome grego do deus egípcio Apep,) que vai destruir a Terra com a força de 50 milhões de bombas de Hiroshima, de acordo com pesquisas baseadas em previsões de cientistas russos. Esta não é apenas mais uma história de terror: muitos cientistas concordam que uma grande conferência internacional deverá ser chamada.

O professor russo Leonid Sokolov, da St. Petersburg State University, afirmou em uma entrevista na TV recentemente, que "é provável que uma colisão do asteróide Apophis com a Terra pode ocorrer em 13 abril de 2036”. Isso não é um fato assustar e vazio. Mais e mais cientistas reconhecem que o perigo é real, tantos que uma grande conferência internacional foi convocada. Anatoly Perminov, chefe da Agência Espacial Federal Russa “Roscosmos” declarou em um comunicado. "As autoridades espaciais russas e os membros da Comissão Europeia se reunirão no início de julho de 2011 para discutir a união de forças contra os milhares de asteróides potencialmente perigosos".

Até 2004, o Apophis não tinha sido visto, no entanto, nos últimos sete anos tem sido reconhecido como a ameaça mais grave para o nosso planeta, e para citar Terrence Aym, "a ameaça mais iminente para a raça humana".A trajetória do Apophis criou uma divisão na comunidade científica internacional: os russos e os europeus estão cada vez mais preocupados, enquanto os astrônomos da NASA minimizam as chances de uma colisão. Seja qual for o caso, qual é o plano em caso de um impacto catastrófico? Uma repetição do impacto do asteróide Yucatan,que a 65 milhões de anos eliminou a maioria das espécies de maior porte na Terra?

A Rússia e a União Européia irão lançar um projeto conjunto sobre asteróides em uma reunião a ser realizada em 7 de julho de 2011, a Comissão Européia, os cientistas e engenheiros da Agência Espacial Federal Russa, a Academia de Ciências da Rússia e representantes de outras instituições científicas e civil irão participar do projeto.

A Agência Espacial Russa Roscosmos,calculou que tal impacto não só causaria a mudança climática maciça, mas pior, com um impacto equivalente a um milhão de megatons de TNT (50 milhões de bombas de Hiroshima), aniquilaria a civilização moderna.Uma cratera com um diâmetro de mil quilômetros seria criada e a poeira lançada na atmosfera iria apagar o Sol, criando um inverno de tipo nuclear com duração de até dezenas de milhares de anos."Nos últimos anos, a atenção de cientistas, técnicos, políticos e militares tornou-se cada vez mais centrada sobre o risco de asteróides e cometas, ou seja, a ameaça de colisão da Terra com corpos do espaço ", declarou Perminov. "Esta ameaça, levou a um aumento dramático no número de objetos sendo detectados, e as novas informações permitiram ganhar uma nova visão sobre o problema.” completou Perminov.

Fonte: Dom Escobar
Fonte: http://english.pravda.ru

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Bicho de 1 mm consegue sobreviver sem proteção no espaço sideral

Bem-vindo ao Programa Espacial Tardígrado, o único que não precisa de capacete, tanque de oxigênio ou traje de sobrevivência. Parece piada, mas é a mais pura verdade: os tardígrados, invertebrados que medem apenas 1 mm, são capazes de sobreviver no espaço, e até procriar na volta à Terra, sem nenhum tipo de proteção, afirma uma nova pesquisa, coordenada por cientistas na Alemanha.

O feito dos tardígrados está relatado num artigo na última edição da revista científica "Current Biology". A equipe capitaneada por Ingemar Jönsson, do Instituto de Medicina Aeroespacial de Colônia, não ficou totalmente surpresa com o feito dos invertebrados. Os tardígrados, que vivem em musgos e líquens, podem ficar ressecados e em "animação suspensa" durante anos, e mesmo assim acabam voltando à vida. Sua resistência a extremos de calor, frio e radiação também é legendária.(1).

Quando ocorre algum problema no ambiente, ele entra em um processo chamado anabiose, recolhe as pernas, perde toda a água do corpo e diminui o metabolismo ao mínimo, por fora do corpo secreta uma cutícula dupla e por causa disso supera um monte de adversidades. Acredite! Sobrevivem a falta de oxigênio, temperaturas acima de 140°C e abaixo de 270°C, resistem a vários gases tóxicos, pressão 75 mil atmosferas e radiação 570.000 grays. São capazes de sobreviver no vácuo por até 10 dias e num estado de desidratação por mais de 10 anos, reanimando-se com apenas uma gota de água.Vivem por muitos anos, isso porque eles têm a habilidade de se encolher e permanecer praticamente morto, sem exceder qualquer atividade e, quando quiser, “volta à vida”. (2).




:ninja: Super-power tardígrada – Imagem de microscopia eletrônica!
-
Outra imagem de ME, aqui eles estão, provavelmente, sobre folhas de musgos.
-
No microscópio óptico eles são vistos assim… Quase não dá pra ver os detalhes!


Fontes:
(1): G1
(2): Diário de Biologia

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Diferenciação das Serpentes

Alguns critérios de identificação permitem reconhecer a maioria das serpentes peçonhentas brasileiras, distinguindo-as das não peçonhentas:

As serpentes peçonhentas possuem dentes inoculadores de veneno localizados na região anterior do maxilar superior. Nas Micrurus (corais), essas presas são fixas e pequenas, podendo passar despercebidas.

Presença de foseta loreal - com exceção das corais, as serpentes peçonhentas têm entre a narina e o olho um orifício termo receptor, denominado fosseta loreal, que serve para a cobra perceber modificações de temperatura a sua frente. Vista em posição frontal este animal apresentará 4 orifícios na região anterior da cabeça, o que justifica a denominação popular de "cobra de quatro ventas".

As serpentes peçonhentas possuem cabeça triangular recoberta com escamas pequenas e a parte superior do corpo é recoberta por escamas sem brilho, em forma de quilha, isto é, como bico de barco ou casca de arroz.

As corais verdadeiras (Micrurus) são a exceção as regras acima referidas, pois apresentam características externas iguais às das serpentes não peçonhentas (são desprovidas de fosseta loreal, apresentando cabeça arredondada recoberta com escamas grandes e coloração viva e brilhante). De modo geral, toda serpente com padrão de coloração que inclua anéis coloridos deve ser considerada perigosa.

As serpentes não peçonhentas têm geralmente hábitos diurnos, vivem em todos os ambientes, particularmente próximos às coleções líquidas, têm coloração viva, brilhante e escamas lisas. São popularmente conhecidas por "cobras d´água", "cobra cipó", "cobra verde", dentre outras numerosas denominações.

No local da picada de uma serpente peçonhenta encontra-se geralmente um ou dois ferimentos puntiformes, de modo diferente do que ocorre com as não-peçonhentas, que costumam provocar vários ferimentos, também, puntiformes, delicados e enfileirados. Essa característica, entretanto, é muito variável e nem sempre útil para o diagnóstico.

Fonte: www.saude.rj.gov.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

Descoberta espécie de lagarto camuflado no Camboja

O  Cnemaspis neangthyi  possui uma camuflagem eficiente, com um padrão de cores que o torna quase imperceptível quando se aproxima de fendas de rochas ... Foto: Daily Mail/Reprodução

O Cnemaspis neangthyi possui uma camuflagem eficiente, com um padrão de cores que o torna quase imperceptível quando se aproxima de fendas de rochas e árvores
Foto: Daily Mail/Reprodução


Uma nova espécie lagarto foi descoberta por uma equipe de cientistas em uma região ainda inexplorada do Camboja. A espécie, batizada de Cnemaspis neangthyi foi encontrada durante um relatório de répteis e anfíbios no pé das montanhas rochosas de Cardamomo. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

O Cnemaspis neangthyi possui uma camuflagem eficiente com um padrão de cores que o torna quase imperceptível quando ele se aproxima de fendas de rochas e árvores. A expedição foi liderada pelo Dr. Lee Grismer, da Universidade La Sierra, e pela ONG Fauna & Flora International (FFI).

Segundo os cientistas, existem atualmente 75 espécies de Cnemapsis conhecidas pela ciência, das quais 30 vivem no Sudeste Asiático. A FFI informou que as motanhas de Cardamomo é uma das áreas mais importantes para a conservação da biodiversidade asiática. A região abriga mais de 62 animais ameaçados e 17 espécies de árvores ameaçadas.

FONTE: Terra Ciência

quarta-feira, 3 de março de 2010

Exposição a pesticida muda sexo de rãs


Um estudo publicado nesta semana verificou que a exposição a um pesticida comum pode levar rãs do sexo masculino a mudarem de sexo, tornando-as capazes de se relacionarem com outros machos e a botarem ovos viáveis.

O estudo, publicado pela revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, se concentrou sobre o herbicida atrazina, amplamente usado em plantações de milho e cana-de-açúcar há várias décadas.

Segundo os pesquisadores da Universidade da Califórnia as rãs macho expostas ao pesticida sofreram com redução de testosterona, diminuição do tamanho das glândulas reprodutoras, desenvolvimento feminizado da laringe, supressão do comportamento de reprodução, redução da produção de espermatozoides e queda na fertilidade.

Em 10% das rãs estudadas, houve uma mudança completa de sexo após a exposição ao químico. Estudos anteriores com pássaros, peixes, camundongos e mesmo rãs já haviam identificado o desenvolvimento de indivíduos hermafroditas (características de ambos os sexos) após a exposição a pesticidas, mas esta é a primeira vez que um estudo verifica uma mudança de sexo total.

Segundo o pesquisador Tyrone Hayes, coordenador do estudo, os resultados podem ajudar a explicar o declínio da população de rãs em todo o mundo.

Críticas
O estudo foi questionado pela indústria química suíça Syngenta, uma das principais fabricantes do pesticida. Segundo a companhia, outras pesquisas teriam comprovado que o uso da atrazina não traz efeitos danosos para animais ou para pessoas.

A União Europeia proibiu a atrazina em 2004, mas o químico ainda é usado em países como o Brasil e os Estados Unidos.

Segundo os pesquisadores, o pesticida é o contaminante mais comumente encontrado no solo e na água nos Estados Unidos.

A agência americana de proteção ambiental (EPA, na sigla em inglês) anunciou em outubro uma revisão dos impactos do uso da atrazina sobre o ambiente.

Desenvolvimento
A pesquisa da Universidade da Califórnia analisou o desenvolvimento de 40 rãs africanas com cromossomos masculinos, desde a fase em que eram girinos, expostas a água com uma concentração de atrazina ainda dentro do limite considerado seguro pela EPA.

Esse grupo de rãs foi comparado com outro grupo de controle, também com 40 rãs do sexo masculino, desenvolvidas em água sem nenhum traço de atrazina.

Entre as rãs desenvolvidas na água com o pesticida, 10% se tornaram “fêmeas funcionais”, capazes de copular com machos e botar ovos viáveis.

Os outros 90%, apesar de terem mantido características básicas do sexo masculino, apresentaram baixos níveis de testosterona e fertilidade.

Segundo os pesquisadores, esses machos tiveram um menor índice de sucesso na competição com outros machos não expostos à atrazina na competição pela atração de fêmeas.

Uma possível explicação para o fenômeno, segundo Hayes, é que a atrazina absorvida pelas rãs seria capaz de ativar um gene normalmente inativo em rãs do sexo masculino.

Isso produziria uma enzima com a capacidade de converter o hormônio masculino testosterona no hormônio feminino estrogêneo.

Fonte: Reino Aquatico

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Animais em Extinção

A WWF (World Wildlife Found) divulgou no início de janeiro a lista dos dez animais mais ameaçados de extinção.
As principais causas de extinção são: aquecimento global, perda de habitat natural e caça predatória.

Confira abaixo a lista.

1. Tigre: Levantamento recentes mostram que existem menos de 3,2 mil tigres na natureza. Hoje, só restam apenas 7% de seu habitat natural, além disso, em várias partes da Ásia, são caçados porque partes de seu corpo são consideradas medicinais.


2. Urso polar: Símbolo do aquecimento global, o urso polar está em decadência devido a perda de seu habitat causada pela elevação da temperatura do planeta.



3. Morsas: Também afetas pelo aquecimento global. Com o derretimento das geleiras, as morsas estão ficando cada vez mais sem comida.



4. Pinguim de Magalhães: Mais uma espécie afetada pelo aquecimento global. O aquecimento das correntes marítimas tem forçado os pinguins a nadarem cada vez mais longe para ahcar comida. Doze das 17 espécies de pinguim estão ameaçadas.



5. Tartaruga-gigante: Conhecida também como tartaruga-de-couro, elas são os maiores répteis do planeta e existem há mais de 100 milhões de anos. Porém, estimativas de cientistas mostram que há apenas 2,3 mil fêmeas no Oceano Pacífico, seu habitat natural. O aumento das temperaturas, a pesca predatória e de arrastão e a poluição tem ameaçado a procriação desses animais.



6. Atum azul: Encontrado nos oceanos Atlântico e Mediterrâneo está em perigo devido a pesca predatória. A proibição temporária de sua pesca, segunda cientistas, ajudaria a população de peixes a voltar a um equilíbrio. Mas você também pode ajudar diminuindo o consumo deste peixe, que é um dos principais ingredientes do sushi de boa qualidade.



7. Gorila-das-montanhas: Existem apenas 720 animais vivendo nas florestas da África e outros 200 no Parque Nacional de Virunga, a maior área de preservação desta espécie.



8. Borboleta monarca: Mais uma vítima do aquecimento global. Elas vivem em florestas de pinheiros, área cada vez mais ameaçada pelo aumento da temperatura e ocupação humana crescente.



9. Rinoceronte de Java: Existem apenas 60 indivíduos em seus habitat natural. É caçado de forma predatória, por ser usado para fins medicinais na Ásia, além de ter seu território reduzido devido a expansão de plantações. No Vietnã, antes o habitat dos rinocerontes, hoje abriga apenas 12 animais.



10. Panda: De acordo com a WWF, existem apenas 1,6 mil pandas. Estes simpáticos animais encontram-se ameaçados também devido a perda de seu habitat natural – as florestas chinesas. Existem mais de 20 áreas de proteção ambiental na China para proteger estes animais, metade deles vivem hoje em áreas protegidas ou em zoológicos.



Triste a realidade desses bichinhos, e o pior é que a lista é muito maior, aí só estão os dez primeiros.
Claro que o culpado por isso acontecer é o ser humano, a única espécie racional do planeta.
A lista de animais em extinção no Brasil só aumenta a cada dia, afinal, consciência ecológica não é prioridade para a grande maioria dos brasileros; uma pena, mas é verdade!

Confira a lista dos animais brasileiros em extinção:
◦Jaguatirica
◦Cervo-do-pantanal
◦Lobo-Guará
◦Veado-bororó-do-sul
◦Cahorro-vinagre
◦Gato-do-mato
◦Gato-maracajá
◦Gato-palheiro
◦Onça Pintada
◦Onça Parda
◦Ariranha
◦Tamanduá Bandeira
◦Arara Azul
◦Mico-leão-dourado

Vamos fazer a nossa parte e ajudar como for possível a fauna e flora do planeta.
A conscientização é muito importante para que, num breve futuro, o ser humano também não entre em extinção.
Enfim, a vida no nosso planeta está ameaçada e como nem tudo tem preço, vamos preservar o que ainda nos resta.
Até a próxima!

Fonte: BIOMomento

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Cobra fumante fica viciada em nicotina

Cobra viciada em nicotina

Graças ao seu dono, a cobra Po ficou viciada em nicotina.

O réptil não desgruda de Sho Lau, que fuma ao menos 20 cigarros por dia. Os dois vivem em Taipé, capital de Taiwan.

"Ela é muito mansa e um dia, quando eu joguei fora uma guimba de cigarro, ela foi atrás e segurou com a boca, parecendo gostar", contou Sho, segundo o "Metro".

A coisa progrediu e Po passou a fumar um cigarro de dia e outro à noite.

"Ela fica muito agitada se eu não tiver um cigarro para dividir com ela", disse o dono.

Ve se pode uma coisa dessa!

Fonte: O Globo
Agradecimento: Reino aquatico

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Bombeiros acham 19 cobras ao apagar incêndio em trailer nos EUA

Ao atender uma ocorrência de incêndio em um trailer que pegou fogo na manhã de quinta-feira (31) na cidade de ST. George, no estado de Utah (EUA), os bombeiros tiveram que enfrentar outro problema. Dentro do veículo, foram encontradas 19 cobras, medindo entre 1,2 metro e 5,5 metros, segundo reportagem do jornal “The Spectrum”.

Foto: Reprodução/The Spectrum

Bombeiros encontraram 19 cobras ao apagar incêndio em trailer. (Foto: Reprodução/The Spectrum)

De acordo com o órgão de controle de animais de St. George, 11 das 19 pítons encontradas no trailer sobreviveram --os bombeiros fizeram até respiração boca-a-boca para salvar os répteis. O incêndio acidental começou após um problema em uma das lâmpadas de uma das gaiolas em que eram guardadas as cobras, segundo o bombeiro Jason Whipple.

Fonte G1

Agradecimento: Reino Aquatico

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Descoberta em Israel maior espécie de aranha do Oriente Médio

Nova espécie foi descoberta nas dunas da cidade de Arava, em Israel Foto: EFE
Nova espécie foi descoberta nas dunas da cidade de Arava, em Israel
Foto: EFE

Pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, divulgaram nesta terça-feira imagens de uma nova espécie de aranha descoberta nas dunas da região de Arava por uma equipe Departamento de Biologia da instituição. As informações são da agência EFE.

A nova aranha, da mesma família que as Cerbalus Genus, foi batizada de Cerbalus Aravensis em homenagem à região onde foi descoberta. Segundo os biólogos, suas pernas podem atingir 14 centímetros tornando-a a maior aranha do Oriente Médio.

A Cerbalus Aravensis tem hábitos noturnos e é mais ativa nos meses mais quentes. Ela vive enterrada na areia onde constrói uma porta para entrar e sair.

Embora recém descoberta, a espécie já se encontra em risco de extinção, pois seu habitat natural está em perigo. As dunas de Arava foram reduzidas de 7 km² para apenas cerca de 3 km² quadrados atualmente.

FONTE: Terra Ciência

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Biólogo de universidade de Taiwan descobre ‘caranguejo-morango’

Nome científico da nova espécie é ‘Neoliomera pubescens’.
Crustáceo vive na região costeira ao sul do país.
Foto: National Taiwan Ocean University/AP

O 'Neoliomera pubescens' (Foto: National Taiwan Ocean University/AP)


Fotos divulgadas nesta terça-feira (5) pela Universidade Nacional de Oceanografia de Taiwan mostram uma nova espécie de caranguejo, o Neoliomera pubescens. Um biólogo marinho anunciou ter descoberto o crustáceo na costa sul do país. Com pequenas protuberâncias brancas pontilhando a carapaça vermelha, o caranguejo lembra um morango. (Foto: National Taiwan Ocean University/AP)

FONTE: G1

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Cientistas descobrem primeiro dinossauro peçonhento conhecido

O  Sinornithosaurus millenii , que habitou o planeta há 125 milhões de anos, injetava veneno para paralisar suas presas e depois devorá-las lentamente Foto: The Times/Reprodução

O Sinornithosaurus millenii, que habitou o planeta há 125 milhões de anos, injetava veneno para paralisar suas presas e depois devorá-las lentamente
Foto: The Times/Reprodução


Um predador com penas que viveu há 125 milhões de anos e injetava veneno para paralisar suas presas de uma forma semelhante a algumas cobras pode ter sido o primeiro dinossauro peçonhento já conhecido no planeta, segundo anunciaram cientistas. O Sinornithosaurus millenii, espécie do tamanho de um peru, tinha dentes sulcados que despejavam o veneno e um bolso na mandíbula superior que, provavelmente, de acordo com os paleontólogos, armazenava as glândulas responsáveis pela produção da substância. As informações foram divulgadas nesta terça-feira na edição online do jornal britânico The Times.

A anatomia do Sinornithosaurus é semelhante a da boomslang - uma espécie de cobra que não injeta o veneno diretamente através dos dentes da frente, mas por dentes em forma de funil que perfuram a pele das presas. A nova pesquisa oferece a evidência mais forte para a evolução do veneno em dinossauros. Embora a ideia intrigue os cientistas há muito tempo - as espécies de dilofossauro foram retratadas no filme 'Jurassic Park' cuspindo veneno - até recentemente não haviam registros fósseis para apoiá-la.

Em 2000, um dente sulcado de um dinossauro terópode foi descoberto no México, o que indica que ele também pode ter produzido veneno. No entanto, os cientistas da Universidade de Kansas e da Northeastern University (Estados Unidos), que lideraram a pesquisa, dizem ter encontrado a mais ampla evidência disso no Sinornithosaurus. Segundo eles, é provável que o animal não tenha usado seu veneno para matar, mas para imobilizar a presa e facilitar a alimentação. A mesma técnica é vista nas presas de cobras e lagartos mais modernos.

"Você não veria o Sinornithosaurus chegando. Ele teria descido de um galho de árvore atrás de você e atacado pelas costas. Uma vez que os dentes eram fincados na pele, o veneno pode se infiltrar na ferida", afirmou David Burnham, da Universidade de Kansas. "A presa entraria rapidamente em choque, apesar de ainda estar viva, para depois ser devorada lentamente pelo predador", completou.

Fonte Terra Ciência

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

POR QUE OS CACHORROS CHEIRAM O RABO UNS DOS OUTROS?

Acho que esse é uma dúvida muito frequente, e vocês não acreditar, mas já me perguntaram isso diversas vezes! Bem praticamente tudo o que um cão precisa saber de outro está no ânus. Naquela região se encontram as glândulas anais, que produzem um líquido de cor castanha de cheiro forte. Parece nojento (e é nojento, ecaaa!), mas o odor fornece a outros cachorros informações importantes, como a raça, se é macho ou fêmea e, especialmente, o estado de espírito do animal.

O cheiro exalado pelo ânus do cão, funciona como se fosse uma espécie de carteira de identidade. A comunicação canina é feita pelo olfato de duas maneiras: pela eliminação de aromas específicos nas fezes, urina ou secreções glandulares e também pelo cheiro de seu próprio corpo. Essa comunicação usa mensagens químicas chamadas de feromônios.

Cachorros muito submissos tapam completamente suas glândulas anais, para evitar que os outros sintam seu cheiro. É por isso que esses cães saem por aí literalmente "com o rabo entre as pernas" dando origem inclusive, ao famoso ditado popular! E o contrário também é verdadeiro: quando um cão deseja demonstrar autoridade, levanta o rabo para exalar mais cheiro e assinalar: "Sou o dono do pedaço!".

Quando um cão cheira o rabo do outro é como se estivesse perguntando: "Ei, quem é você?"

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Brasil quer inserir etanol e biodiesel nas discussões climáticas de Copenhague

Emissão do etanol corresponde à nona parte da de outros combustíveis.
Discussão será conduzida por embaixadores e especialistas brasileiros.

O governo do Brasil se esforça para inserir as discussões sobre o etanol e o biodiesel como alternativas para a redução do efeito estufa durante os debates da 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-15), que ocorrerá de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague. De acordo com informações da Agência Brasil, com isso o Brasil espera atrair fornecedores e clientes para os produtos.

Os argumentos brasileiros se baseiam na capacidade do etanol de emitir nove vezes menos gases de efeito estufa em comparação a outros combustíveis, além de ser produzido a custos mais baixos do que os tradicionais. As discussões serão realizadas na próxima terça-feira (8).

"Mesmo na pior das hipóteses, a produção de biocombustíveis é melhor do que a gasolina. O nosso é melhor ainda. Nós não somos contra o etanol (vindo de outros países). Há espaço para tudo. Por pior que seja produzido o biocombustíveis, tem de ser melhor do que a gasolina.", afirmou o diretor do Departamento de Energia do Ministério de Relações Exteriores, André Corrêa do Lago, à agência.

Discussões

A rodada de discussões sobre etanol será conduzida por dois embaixadores brasileiros e mais três especialistas da área de biocombustíveis. Haverá, ainda, representantes dos Estados Unidos e da Suécia.

Para mostrar na prática as vantagens do produto, o empresário gaúcho Eduardo Malmann apresentará seu projeto sobre miniusinas de etanol cuja produção é voltada para a eletricidade e os combustíveis.

As organizações não governamentais norte-americanas Nature Conservacy e Project Gaia vão apresentar seus programas utilizando o biocombustível como alternativa para a redução do desmatamento e melhoria da qualidade de vida. "Soja, etanol e celulose vão apresentar o compromisso de não desmatamento", afirmou Corrêa do Lago.

O diplomata afirmou ainda que o objetivo do Brasil é atrair a atenção dos países em desenvolvimento, como os africanos, que necessitam de alternativas baratas para adesão ao Protocolo de Quioto - que determina que até 2012 seus signatários reduzam as emissões combinadas a níveis 5% abaixo dos índices de 1990.

No último dia 30, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que as negociações em Copenhague podem não avançar tanto como se esperava.

"Eu sempre trabalho com a hipótese de que nas negociações nós deveríamos chegar a alguns números, que não seja tudo o que algum individualmente quer, mas que seja possível construir. É assim que a gente negocia, é assim que a gente faz política e vamos continuar trabalhando", disse.

FONTE: G1

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Entenda os principais termos sobre mudança climática

Selecionamos 23 definições essenciais para você compreender os debates que começam nesta segunda-feira em Copenhague, capital da Dinamarca, e seguem até o dia 18. A Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas, conhecida por COP 15, reunirá representantes de 193 países, entre os quais o Brasil. O objetivo é negociar medidas contra o desarranjo climático conhecido por aquecimento global - a alta anormal da temperatura causada pela emissão de gases de efeito estufa.

Foto: AFP/Martin Bernetti 24-11-2009

Iniciativa do governo: termômetro 'de mentira' de 5 metros de altura foi instalado diante do palácio presidencial de La Moneda, em Santiago, capital do Chile (Foto: AFP/Martin Bernetti 24-11-2009)

C

Combustíveis fósseis – são combustíveis como o petróleo, o gás natural e o carvão mineral que são produzidos pela decomposição contínua de matéria orgânica animal e vegetal através de eras geológicas. A sua produção é extremamente lenta, muito mais lenta do que a taxa de consumo atual e, portanto, não são renováveis na escala de tempo humana.

CO2 equivalente (CO2e) – CO2e. ou CO2eq. significa “equivalente de dióxido de carbono”, uma medida internacionalmente padronizada de quantidade de gases de efeito estufa (GEE) como o dióxido de carbono (CO2) e o metano. A equivalência leva em conta o potencial de aquecimento global dos gases envolvidos e calcula quanto de CO2 seria emitido se todos os GEEs fossem emitidos como esse gás. As emissões são medidas em toneladas métricas de CO2e por ano, ou através de múltiplos como milhões de toneladas (MtCO2e) ou bilhões de toneladas (GtCO2e). O dióxido de carbono equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do GEE pelo seu potencial de aquecimento global. Por exemplo, o potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2. Então, dizemos que o CO2 equivalente do metano é igual a 21.

D

Desmatamento – é a remoção de florestas do solo. Os desmatamentos resultam na perda de um importante sumidouro para o dióxido de carbono, que são as florestas.

Desmatamento Evitado – é a redução na taxa de desmatamento de uma área, de modo que a taxa de desmatamento resultante seja menor do que num cenário sem intervenção para diminuir o processo de conversão da floresta.

Dióxido de carbono (CO2) – gás que ocorre naturalmente, representando aproximadamente 0,036% da atmosfera, emitido na queima de combustíveis fósseis e biomassa, nas mudanças de uso da terra e em outros processos industriais. É o principal gás de efeito estufa e é utilizado como referência perante os outros.

E

Efeito estufa – é um fenômeno natural de retenção do calor (radiação infravermelha) emitido pela Terra, que, por sua vez, é resultado do aquecimento da superfície terrestre pela radiação solar. Este processo natural que fornece a temperatura necessária para o estabelecimento e sustento da vida na
Terra, é possível graças aos gases de efeito estufa cujas moléculas capturam calor na atmosfera terrestre.

Emissões – liberação de gases de efeito estufa na atmosfera numa área específica e num período determinado.

Emissões antrópicas – emissões produzidas como resultado da ação humana. Por exemplo, estão sendo lançadas grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera por tais atividades como a queima de combustíveis fósseis, agricultura, fabricação de cimento etc.

Energia renovável – energia renovável é a energia derivada de fontes que não usam combustíveis esgotáveis (água - energia hidroelétrica; vento – energia eólica; sol - energia solar; marés e fontes geotérmicas). Alguns materiais combustíveis como biomassa, também podem ser considerados renováveis. Geralmente, a geração de energia renovável (com a exceção de geotérmica e hidrelétrica) não emite gases de efeito estufa.

Estoques de carbono – incluem o carbono armazenado em vegetação (sobre e debaixo do solo), matéria em decomposição no solo e produtos madeireiros.

G

Gases de efeito estufa (GEE) – constituintes gasosos da atmosfera, naturais ou antrópicos, que absorvem e reemitem radiação infravermelha. Segundo o Protocolo de Quioto, são eles: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hexafluoreto de enxofre (SF6), acompanhados por duas famílias de gases, hidrofluorcarbonos (HFCs), perfluorcarbonos (PFCs).

M

Mitigação – Ações para reduzir as emissões de GEE e, consequentemente, os efeitos das mudanças climáticas.

Mudança climática – mudança que possa ser, direta ou indiretamente, atribuída à atividade humana, que altere a composição da atmosfera mundial e que se some àquela provocada pela variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis.

P

Partes – podem ser países isoladamente ou blocos econômicos, como por exemplo, a União Europeia.

Partes Anexo I – o Anexo I da UNFCCC é integrado pelas Partes signatárias da Convenção e pelos países industrializados da antiga União Soviética e do Leste Europeu. A divisão entre Partes Anexo I e Partes Não Anexo I tem como objetivo separar as partes segundo a responsabilidade pelo aumento da concentração atmosférica de gases de efeito estufa. As Partes Anexo I possuem metas de limitação ou redução de emissões.

Partes Não Anexo I – as Partes Não Anexo I são todas as Partes da UNFCCC não listadas no Anexo I, entre as quais o Brasil, que não possuem metas quantificadas de redução de emissões.

Permanência – o carbono armazenado por sequestro em um reservatório pode ser liberado novamente. Apenas reservatórios permanentes são aceitáveis para propósitos de política climática.

Primeiro Período de Compromisso – o primeiro período de compromisso refere-se ao período compreendido entre 2008 e 2012.

Protocolo – um protocolo está sempre ligado a uma convenção existente, mas é um acordo separado e adicional que deve ser assinado e ratificado pelas “Partes” signatárias à convenção. Os protocolos fortalecem uma convenção geralmente somando compromissos novos e mais detalhados.

Protocolo de Kyoto – instrumento jurídico internacional complementar e vinculado à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que traz elementos adicionais à Convenção. Entre as principais inovações estabelecidas pelo Protocolo, destacam-se os compromissos de limitação ou redução quantificada de emissões de gases de efeito estufa.

R

Ratificação – depois de assinar um tratado internacional como a UNFCCC ou o Protocolo de Kyoto, um país tem que ratificar isso, frequentemente com a aprovação de seu parlamento ou outra legislatura. O instrumento de ratificação deve ser depositado com o curador (neste caso o Secretário-Geral da ONU) para começar a contagem de 90 dias a se tornar uma “Parte” integrante. Há limiares mínimos de ratificações para a entrada em partido de tratados internacionais.

Redd – Redução de Emissões oriundas de Desmatamento e Degradação florestal, segundo o conceito adotado pela Convenção de Clima da ONU, se refere à política que será definida durante a COP 15, na Dinamarca (em dezembro de 2009). Trata-se de uma política para incentivar os países em desenvolvimento a tomarem medidas para a conservação florestal, gestão sustentável das florestas, e redução de desmatamento e degradação, e que em conjunto, resultem incentivos positivos pelas reduções de emissão de carbono oriundas do desmatamento, desde que tais reduções sejam mensuráveis, verificáveis, quantificáveis e demonstráveis.

S

Sequestro de carbono – captura de CO2 da atmosfera pela fotossíntese, também chamada fixação de carbono. Usa-se também a expressão Carbon Offset Projects para designar projetos de compensação de carbono.

Sumidouros – quaisquer processos, atividades ou mecanismos, incluindo a biomassa e, em especial, florestas e oceanos, que têm a propriedade de remover um gás de efeito estufa e aerossóis da atmosfera.

*Verbetes extraídos do livro “Perguntas e Respostas sobre o Aquecimento Global”, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), escrito por Erika de Paula Pedro Pinto, Paulo Moutinho, Liana Rodrigues, Flávia Gabriela Oyo França, Paula Franco Moreira e Laura Dietzsch

Clique aqui para baixar a cartilha, na íntegra (formato .pdf, 65 páginas)

FONTE: G1

domingo, 6 de dezembro de 2009

COP 15


Daqui a um dia começará a reunião internacional para negociar medidas que enfrentem o aquecimento global. Essa reunião, chamada Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima das Nações Unidas ( United Nations Framework Convention on Climate Change – UNFCCC) teve seu nome simplificado para “COP” (de “Conference of the Parties”).
Como a próxima reunião, marcada para 7 a 18 de dezembro em Copenhague, capital da Dinamarca, é a 15ª, teremos a "COP 15" . Vão para o encontro representantes dos países signatários (as “partes”) da convenção, um acordo-base firmado em junho de 1992, na ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, e hoje ratificado por 193 países.

O novo acordo, se houver, substituirá o Protocolo de Kyoto, adotado na "COP 3" em 1997, que deixa de vigorar em 2013 (sem de fato ter feito muita diferença).





IPCC

Um ano depois da assinatura do Protocolo de Kyoto, foi criado, em 1988, o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (conhecido por IPCC , de Intergovernmental Panel on Climate Change). O objetivo do IPCC é usar a literatura científica para avaliar a extensão das mudanças climáticas, e compreendê-las. Outro objetivo é avaliar o potencial da humanidade para adaptar-se às mudanças ou se contrapor a elas. Os pais do IPCC são as agências das Nações Unidas para meio ambiente (Pnuma) e para meteorologia (OMM).

Depois de publicar relatórios de avaliação em 1990, 1995 e 2001, o IPCC lançou em 2007 o documento que se tornou o consenso científico sobre aquecimento . O texto, cuja preparação envolveu mais de 1.200 cientistas independentes e 2.500 revisores, conclui que os países desenvolvidos devem cortar suas emissões de gases do efeito estufa em 40% até 2020 para segurar a alta da temperatura do planeta no limite de 2°C. Pelas contas do IPCC, é o único jeito de evitar um descontrole climático de consequências desastrosas, imprevisíveis, apocalípticas.
O problema é que cortar gás-estufa envolve interesses econômicos:

.Nenhum país quer assumir compromissos se os demais (concorrentes na arena do comércio internacional) não fizerem a mesma coisa.
.Mesmo os governos dispostos a assumir uma posição de liderança no campo ambiental têm grandes dificuldades para bancar sua política, por conta de fortes pressões de diversos e variados setores internos.
.Outros juram que levam a mudança climática a sério, como os chineses, mas não querem nem ouvir falar em metas obrigatórias impostas de fora. Tudo o que fizerem, se fizerem mesmo, será decisão interna, nacional.
A administração Obama propôs uma legislação com metas, mas ela está empacada no Senado. Pouca gente acredita que será aprovada antes da conferência na Dinamarca.

Fonte: G1

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mike: Um frango que sobreviveu 18 meses sem cabeça!

Um frango chamado Mike conseguiu permanecer vivo por 18 meses sem cabeça. Isso mesmo!

Aconteceu na década de 40 quando Lloyd Olsen decidiu fazer um ensopado de frango e na intenção de aproveitar o máximo do pesçoco do frango, mirou a faca na base da cabeça e decapitou. Só que, o frango não morreu e sim saiu correndo desorientado. O que aconteceu, foi que parte importante do seu sistema nervoso não fora afetada pelo corte, o que permitiu que Mike (o frango) continuasse vivendo.

Mike foi decapitado com um corte diagonal rente à base da cabeça. Esse ângulo fez com que permanecesse grudado à sua espinha a maior parte do tronco encefálico, aquela região que une a medula ao resto do cérebro, e responsável pelas funções básicas para a manutenção da vida, como o controle da respiração e dos batimentos cardíacos. Isso impediu Mike de morrer na hora

Embora não enxergasse mais nada, nem pudesse cacarejar, ele ainda escutava, pois um ouvido tinha sido preservado. Quando o fazendeiro percebeu o “milagre”, decidiu passar a cuidar do frango. Ele precisava comer e beber água e a saída encontrada naquela época, foi usar um conta-gotas para despejar alimento e líquidos diretamente no esôfago do frango, de onde a comida descia até o papo.

O frango duro de matar virou atração nacional e o dono aproveitou para ganhar dinheiro, pois as pessoas formavam filas e pagavam para ver a bizarra atração. Porém, depois de 18 meses a vida de Mike chegou ao fim: Ele sofreu um engasgo e morreu sufocado durante uma de suas viagens como Pop Star.

Até hoje o frango é famoso. Tem até site oficial e muitos fãs com carteirinha e tudo. Você duvida?

CLIQUE AQUI!

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FONTE: SITE OFICIAL DO FRANGO MIKE

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Enchente do Araguaia elimina 1,5 mil ovos de tartaruga em GO

Ambientalistas e técnicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) de Goiás estão preocupados em como as fortes chuvas que caem na região do Rio Araguaia podem afetar a reprodução de tartarugas da Amazônia. O animal não corre risco de extinção no Estado desde 1987, mas continua sendo mantido sob enorme vigilância por ter a carne e os ovos bastante visados pelos predadores naturais e pelo homem.

Uma forte enchente na semana passada, talvez a pior desde 1958, segundo a própria Semarh, levou à perda de mais de 1,5 mil covas de desova de tartarugas do Projeto Quelônios no Rio Araguaia. A área mais atingida fica perto de Britânia (GO), onde a água eliminou mais de mil ovos. Na Lagoa do Fuzil, no sudoeste goiano, cerca de 300 covas foram atingidas pelas águas do rio.

O superintendente de fiscalização da Semarh e coordenador do projeto no Estado, Greide Ribeiro Júnior, afirma que as chuvas na cabeceira do rio provocaram a elevação rápida do nível do rio, não dando tempo para que os ovos fossem salvos. "Pegou todo mundo de surpresa este ano. Os moradores da região dizem que não há uma enchente assim desde 1958. E neste ano começou mais cedo a chover."

As tartarugas se reproduzem nesta época do ano, colocando de sete a oito mil ovos em três áreas monitoradas pelo Semarh, próximas ao rio Araguaia. Sem interferência dos ambientalistas, apenas entre 0,5% e 1% conseguem atingir a fase adulta. "Depois que implantamos este projeto, o índice chegou a 2%. Em 1987, havia apenas 517 matrizes. Hoje são mais de 10 mil", disse Ribeiro Júnior.

O superintendente afirma que houve anos piores. Como em 1996, quando todas as covas foram perdidas. Durante o trabalho de fiscalização, que começa em setembro e vai até meados de dezembro, todos os dias os técnicos observam os locais onde há covas. Quando os ovos estão na parte baixa, mais próximas do rio, a equipe transfere para outros locais.

A equipe do projeto - formada por seis funcionários do Semarh e quatro colaboradores - além de monitorar as covas, observam os predadores naturais dos ovos. "O rio Araguaia está cheio deles nesta época. É engraçado como eles sabem que chega este período e as covas estão lá."

Mas o principal inimigo a ser enfrentado, segundo o superintendente, é o homem, que caça a tartaruga por causa da carne saborosa e os ovos, que são usados na industria de cosméticos. "Dizem que esses ovos são ótimos para acabar com as rugas, com os pés de galinha. Então se a gente deixa de fiscalizar, esses animais entram em extinção rapidamente", comenta Ribeiro Júnior.

FONTE: Terra Ciência

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

POR QUE AO TAPAR O NARIZ NÃO SENTIMOS GOSTO DA COMIDA?

É isso, parece incrível, mas nosso paladar é limitado a apenas 5 ou 6 gostos diferentes (doce, salgado, ácido, amargo, etc...) o resto é tudo cheiro!!!! Sim... Chocolate, pêra, maçã, batata frita e tantos outros sabores são construídos pelo cérebro a partir dos cheiros que os alimentos exalam, ou seja, moléculas dos alimentos sobem ao nariz enquanto a comida está na boca sendo mastigada.

Bom, tudo é culpa do de uma parte do córtex cerebral. Os neurônios dessa região combinam sinais de olfato, do paladar e ainda do tato (é preciso conhecer a textura do alimento, se está quente ou frio etc..). Das milhares de combinações possíveis, nascem o que chamamos de sabores! É por isso que quando estamos gripados, com nariz entupido, não sentimos o sabor da comida, pois só nos restam o tato (quente, frio, cru, ralado, etc) e o gosto (amargo, doce, azedo, etc).

Mas então para que serve o paladar, se ele não é tão importante para formar o sabor? A função do paladar é detectar sais, açúcares, íons de hidrogênio, aminoácidos, etc... e enviar essa informação para o hipotálamo (estrutura que regula o funcionamento do corpo), partindo da informação recebida, o hipotálamo se encarrega de ir preparando a digestão com antecedência. E isso funciona tão bem, que até hoje você não tinha notado a verdadeira função do paladar e muito menos a importância do olfato.

Quando você sente vontade de comer algo doce, ou salgado, significa que o hipotálamo detectou a deficiência de determinados ácidos, aminoácidos ou sais presentes nesses alimentos!