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domingo, 29 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

Guia fotográfico de identificação da Herpetofauna

Guia fotográfico de identificação da Herpetofauna (anfíbios e répteis) da Floresta Nacional de Saracá-Taquera, Estado do Pará.



http://www.stcp.com.br/upload/externo/guia-de-anfibios-e-repteis-flona-saraca-taquera.pdf

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Diferenciação das Serpentes

Alguns critérios de identificação permitem reconhecer a maioria das serpentes peçonhentas brasileiras, distinguindo-as das não peçonhentas:

As serpentes peçonhentas possuem dentes inoculadores de veneno localizados na região anterior do maxilar superior. Nas Micrurus (corais), essas presas são fixas e pequenas, podendo passar despercebidas.

Presença de foseta loreal - com exceção das corais, as serpentes peçonhentas têm entre a narina e o olho um orifício termo receptor, denominado fosseta loreal, que serve para a cobra perceber modificações de temperatura a sua frente. Vista em posição frontal este animal apresentará 4 orifícios na região anterior da cabeça, o que justifica a denominação popular de "cobra de quatro ventas".

As serpentes peçonhentas possuem cabeça triangular recoberta com escamas pequenas e a parte superior do corpo é recoberta por escamas sem brilho, em forma de quilha, isto é, como bico de barco ou casca de arroz.

As corais verdadeiras (Micrurus) são a exceção as regras acima referidas, pois apresentam características externas iguais às das serpentes não peçonhentas (são desprovidas de fosseta loreal, apresentando cabeça arredondada recoberta com escamas grandes e coloração viva e brilhante). De modo geral, toda serpente com padrão de coloração que inclua anéis coloridos deve ser considerada perigosa.

As serpentes não peçonhentas têm geralmente hábitos diurnos, vivem em todos os ambientes, particularmente próximos às coleções líquidas, têm coloração viva, brilhante e escamas lisas. São popularmente conhecidas por "cobras d´água", "cobra cipó", "cobra verde", dentre outras numerosas denominações.

No local da picada de uma serpente peçonhenta encontra-se geralmente um ou dois ferimentos puntiformes, de modo diferente do que ocorre com as não-peçonhentas, que costumam provocar vários ferimentos, também, puntiformes, delicados e enfileirados. Essa característica, entretanto, é muito variável e nem sempre útil para o diagnóstico.

Fonte: www.saude.rj.gov.br

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tartaruguinha siamesa


Animal da espécie tigre d'água foi encontrado na natureza por um coletor de animais.
Loja de animais cuida do quelônio, que provavelmente seria predado em seu habitat.

Uma tartaruguinha da subespécie tigre-d'água-americano (Trachemys scripta elegans) surpreendeu o dono de um aquário na cidade de East Norriton (Pensilvânia, Estados Unidos). Ela foi encontrada na natureza por um coletor de animais exóticos e parece ser um caso de "gêmeos siameses" entre répteis, com duas cabeças e quatro patas dianteiras.

O animal, apesar de saudável, provavelmente morreria em seu habitat natural, porque nada de forma estranha e viraria um alvo fácil para predadores, diz Jay Jacoby, gerente do Big Al's Aquarium Supercenter, em East Norriton. Ele disse que sua loja vai manter o animal em exposição para os visitantes.

O bicho tem apenas dois meses e possui só um par normal de patas traseiras, além de uma cauda única. Ainda não recebeu nome. A espécie pode viver entre 15 anos e 20 anos, segundo Jacoby.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

AS CORCOVAS DOS CAMELOS ARMAZENAM ÁGUA?

De jeito nenhum! Na verdade, aquela corcova do camelo é um monte de gordura. Isso mesmo, e um camelo saudável e bem alimentado, pode ter uma corcova de até 35Kg! Nós, seres humanos e a maioria dos outros animais armazenam suas gorduras misturadas com o tecido muscular ou em uma camada logo abaixo da pele. Os camelos, possuem a maioria da sua gordura acumulada na corcova.

A corcova permite que o camelo possa sobreviver por um período bem longo de até duas semanas sem precisar se alimentar. Devido ao fato de normalmente os camelos viverem no deserto, onde a comida é escassa em longas distâncias, isso é imprescindível.

Um camelo precisa de cerca de 20 litros de água por dia no verão. Entretanto, um camelo pode perder até 100 litros de água de seus tecidos corporais sem que essa perda lhe cause maiores problemas. Uma coisa que um camelo pode fazer por conservar água é suportar grandes oscilações de temperaturas do corpo. Um camelo pode começar o dia a 35ºC e deixar que sua temperatura suba até 40ºC. No caso dos seres humanos um aumento de temperatura tão alevado pode indicar uma doença. Conseguem perceber a vantagem?

Um camelo adulto pesa entre 318 a 680 kg e tem até 2,1 metros de altura e podem viver até a idade de cinqüenta anos !

sábado, 7 de novembro de 2009

Ursas "peladas" chamam atenção em zoo da Alemanha

A ursa de óculos chamada Dolores possui uma doença na pele Foto: AFP

A ursa de óculos chamada Dolores possui uma doença na pele
Foto: AFF

Fêmeas de urso de óculos, também conhecido como urso andino, chamaram a atenção no zoológico de Leipzig, na Alemanha, por causa da falta de pelos no corpo que lhe renderam uma aparência bizarra. A instituição informou que os animais sofrem de uma estranha enfermidade que pode ter sido provocada por problemas genéticos. As informações são da agência EFE.

A ursa Dolores, que mais atraiu visitantes em sua jaula, ficou parecida com os gatos da raça Sphynx, conhecida pelo corpo "careca". Segundo o zoo, os ursos não demonstraram sintomas além do que a perda de pelos e comichão na pele.

Fonte: Terra Ciência

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Cientistas acham as maiores aranhas que fazem teias

Aranha achada na África do Sul tem corpo com 3,8 cm de comprimento


Reprodução
Foto por Reprodução
Aranhas Nephila fazem teias circulares com mais de 1 metro de diâmetro

Pesquisadores dos EUA e da Eslovênia descobriram uma espécie de aranha em que as fêmeas são gigantescas, com corpo de comprimento médio de 3,8 cm e pernas de 10 cm a 12 cm. Elas geralmente comem insetos, mas também podem "papar" pequenos pássaros. Os machos são menores na comparação com as fêmeas.

Os cientistas dizem que a espécie, que faz parte da família Nephila, são as maiores aranhas já encontradas, levando em conta as que produzem teias. As aranhas Nephila são famosas por construírem longas teias, com mais de 1 metro de diâmetro.

A nova espécie foi descoberta na África do Sul e recebeu o nome de Nephila Komac, melhor amigo de Matjaž Kuntner, do Instituto de Biologia da Academia de Ciências e Artes da Eslovênia, um dos responsáveis pela descoberta. Komac morreu em um acidente de carro enquanto o trabalho estava sendo terminado e agora recebe a homenagem.

Mais de 41 mil espécies de aranhas são conhecidas atualmente – há uma média de 400 a 500 novas espécies registradas todos os anos.

Fonte R7

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Pesquisadores descobrem primeira aranha vegetariana

Espécie rouba minúsculos pedaços de plantas de formigas que vivem em árvores!


Reprodução

Foto por Reprodução
A Bagheera kiplingi é a única das cerca de 4.000 espécies de aranhas conhecidas que sobrevive baseada numa alimentação herbívora.


Um grupo de estudiosos americanos descobriu a primeira espécie de aranha vegetariana do mundo, que rouba alimentos de formigas localizadas em árvores.

A Bagheera kiplingi é a única das cerca de 4.000 espécies de aranhas conhecidas que sobrevive baseada numa alimentação herbívora. Ela é do tamanho de um dedo polegar e foi identificada pela primeira vez em 1896. Recentemente. houve a revelação de que 90% de sua dieta é composta for folhas.

O animal vive principalmente em árvores de acácia no México e na Costa Rica e apresenta uma maneira diferente de obter alimentos. Enquanto as aranhas comuns fazem teias para caçar ou atacam sua presa de maneira direta, a espécie vegetariana costuma roubar pedaços minúsculos de plantas de formigas.

Christopher Meehan, da Universidade do Arizona, e seus colegas analisaram a estrutura química do corpo das aranhas a fim de identificar a fonte de seu alimento. Oswald Schmitz, um especialista da aranha na Universidade de Yale, disse à revista americana The Scientist que essa dieta vegetariana é positiva para esses animais.

- É muito complicado para as aranhas por que o sucesso durante a captura de outros animais como alimentos é bastante baixo.

Meehan conta que uma dieta vegetariana pode também incentivar as aranhas a ter uma cooperação territorial porque famílias inteiras partilham os ninhos onde estão as folhas e os machos defendem esses locais de ataques de formigas.

sábado, 10 de outubro de 2009

Divulgadas as 10 novas espécies mais curiosas de 2008

O Instituto Internacional para a Exploração das Espécies da Universidade do Estado do Arizona(EUA), juntamente com uma comissão internacional de taxonomistas (cientistas encarregados em explorar e identificar as espécies), anunciaram, tal como todos os anos, o 'Top 10' de Novas espécies descritas em 2008. As informações são do jornal El Mundo

A lista inclui algumas espécies que são caracterizadas por um recurso extremo: a menor, mais longa, entre outras características.

Assim fazem parte da lista: um fóssil de peixe que mostra que a viviparidade é antiga; o cavalo-marinho Hippocampus satomiae, encontrado na Indonésia, que é do tamanho de uma ervilha; a palmeira gigante Tahina spectabilis (que morre depois de dar frutos); o inseto mais comprido do mundo, Phobaeticus chani; a Leptotyphlops carlae, menor cobra do mundo encontrada em Barbados; a lesma Selenochlamys ysbryda, encontrada no País de Gales; o caracol da Malásia Opisthostoma vermiculum; o peixe azul Chromis abyssus, originário do Palau; a planta Coffea charrieriana (dos Camarões) e a microbactéria Microbacterium hatanonis.

De acordo com o relatório que acompanha a lista, em 2007 foram descobertas e descritas 18.516 espécies novas para a ciência.

"A comissão internacional de peritos taxonomistas que fez a seleção das 10 espécies a partir de milhares que foram descritas em 2008 quer ajudar a chamar a atenção para a biodiversidade, o campo da taxonomia e para a importância da história, de museus naturais e de jardins botânicos", diz Quentin Wheeler, entomologista e diretor do Instituto Internacional para a Exploração das Espécies da Universidade do Arizona.


O peixe azul (Chromis abyssus), originário do Palau, é um dos destaques da lista


O Phobaeticus chani, inseto mais comprido do mundo



O caracol da Malásia Opisthostoma vermiculum




O cavalo-marinho Hippocampus satomiae




A planta Coffea charrieriana, dos Camarões




A lesma Selenochlamys ysbryda, encontrada no País de Gales




A Leptotyphlops carlae, menor cobra do mundo, que habita Barbados





A microbactéria Microbacterium hatanonis vive em sprays de cabelo




A palmeira gigante Tahina spectabilis (que morre depois de dar frutos)




Fóssil de peixe que confirma os indícios de que a viviparidade (modo de reprodução) é antiga


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Holandês pesca arraia de mais de cem quilos no mar da Irlanda

Um holandês pescou uma arraia gigante na Irlanda e devolveu o animal ao mar antes de poder provar o que seria um recorde no Reino Unido, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (7) pelo jornal britânico "The Sun".

Foto: Reprodução/The Sun

Arraia gigante mede mais de 1,80 metro, segundo pescador. (Foto: Reprodução/The Sun)


O animal, que pesaria cerca de 113 quilos, passaria da marca atual - a arraia mais pesada encontrada em águas britânicas tinha 102 quilos, segundo o "The Sun".

Três homens ajudaram Hand Dykman a retirar o animal de cerca de 1,80 metro do mar. Eles devolveram a arraia para a água para não haver risco de o bicho morrer.

Fonte: G1.com.br

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Descoberto verme marinho que se acreditava extinto

O  lineus acutifrons  é um verme marinho que possui uma tromba para capturar suas presas Foto: Reprodução

O lineus acutifrons é um verme marinho que possui uma tromba para capturar suas presas
Foto: Reprodução


Pesquisadores espanhóis descobriram nas águas do Parque Nacional das Ilhas Atlânticas, na Galícia, uma espécie de verme marinho que os cientistas acreditavam que estava extinta e que o único registro existente datava de 1913, anunciou nesta segunda-feira a Universidade de Alcalá de Henares, da Espanha.

A nova espécie trata-se de um nemertino chamado lineus acutifrons, um verme marinho que possui uma tromba para capturar suas presas. O autor da descoberta, o pesquisador Juan Junoy, professor do Departamento de Zoologia da instituição, coletou 21 exemplares do animal, que pode alcançar 25 cm de comprimento e possui uma cor roxa brilhante.

"As únicas notícias que se tinham desta espécie partem da descrição em uma praia irlandesa por volta de 1913. Desde então, ela jamais havia sido capturada e o registro foi colocado em dúvida a ponto de ser considerada uma espécie extinta", informou o comunicado da universidade.

Segundo a instituição, o verme é cego e utiliza "receptores químicos para localizar e capturar suas presas". Os nemertinos, como o novo verme descoberto, são evolutivamente os primeiros invertebrados que apresentam um tubo digestivo completo.

Fonte: Terra Chile

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Conheça as 10 criaturas marinhas mais assustadoras

Em terra, o ser humano é o maior dos predadores e está no topo da cadeia alimentar. Já no mar, se não estiver dentro de um barco, o homem é um ser frágil e lento demais, tornando-se uma presa fácil para ataques de criaturas que não estão acostumadas com a presença humana nos oceanos. Conheça a lista dos 10 animais mais perigosos e assustadores das profundezas dos mares, de acordo com o site científico Live Science:

10 - Moreia
Corpo de serpente, focinho e dentes projetados, estas criaturas primitivas podem ser vistas como a morte. Mesmo sendo um peixe, a espécie pode alcançar até 8 m de comprimento. Uma mordida dos afiados dentes da moreia podem produzir feridas que facilitam a entrada de bactérias de dentro da boca do animal.

A espécie tende a se esconder em fendas e buracos durante o dia para poder caçar à noite peixes ou qualquer outra criatura que abocanharem. Os especialistas recomendam que os mergulhadores mantenham distância desses animais.



9 - Leão marinho
Causa surpresa, mas o leão marinho é sim um animal perigoso por ser extremamente territorial. Apesar de serem considerados bonitos, treináveis e atrações nos principais aquários, a espécie é conhecida por morder as pessoas. Na Califórnia, uma onda de ataques de leões marinhos foi relatada em Manhattan Beach, Newport Beach e San Francisco em 2006, deixando os cientistas preocupados. Alguns pesquisadores suspeitam que eles possam ter comido peixe contaminado por algas tóxicas, explicando o comportamento atípico.

A cidade de San Diego adverte em seu site: "Como todos os animais selvagens, focas e leões marinhos são imprevisíveis e podem se tornar agressivos rapidamente. Eles têm dentes afiados e podem morder, especialmente se estiverem encurralados ou forem molestados".



8 - Arraias
A morte do "Caçador de Crocodilos" Steve Irwin após o ataque de uma arraia em 2006 solidificou a reputação desses primos dos tubarões como feras perigosas. A cauda do animal possui um ferrão que endurece quando ele se sente ameaçado, aplicando um veneno que pode ser mortal para os seres humanos e demais predadores. No entanto, em geral a espécie não ataca o homem.



7 - Crocodilo
Crocodilos de água salgada ganharam a reputação de um dos predadores mais ferozes do reino selvagem. Eles podem alcançar mais de 20 m de comprimento e pesar 1.360 kg. O réptil é conhecido por caçar uma grande variedade de presas, incluindo macacos, cangurus, búfalos e até tubarões.

A espécie se baseia em uma técnica puramente bruta para atacar suas presas, chamada "rolo da morte". O crocodilo arrasta sua vítima para baixo d'água com a boca e aplica um poderoso giro para quebrar os ossos da caça.



6 - Peixe-leão
Populares em aquários domésticos, este peixe dócil e nem um pouco agressivo possui espinhos venenosos. Embora não seja fatal para humanos, os espinhos provocam uma picada dolorosa que pode causar dores de cabeça, vômito e problemas respiratórios. A dor geralmente dura cerca de uma hora, mas algumas pessoas relatam desconforto e formigamento durante semanas.




5 - Cobra marinha
O medo de cobra é algo natural entre os seres humanos. No entanto, mesmo contendo veneno, as cobras marinhas não são grandes ameaças. Ainda assim, é preciso ter cuidado com elas, pois suas toxinas paralisam e matam a presa segundos após a mordida. A alimentação dessas cobras consiste em enguias, mariscos e camarões.



4 - Baiacu (peixe-balão)
Uma pessoa não precisa nem estar perto da água para essa criatura matá-la. O baiacu, também conhecido como peixe-balão, produz uma potente neurotoxina chamada Tetrodotoxina - mais forte que o cianureto. O baiacu tem a característica de sugar água e inchar o seu corpo, aumentando duas vezes seu tamanho normal. Apesar de sua periculosidade, cientistas descobriram que a toxina poderia ajudar as pessoas em tratamentos contra o vício em drogas como a heroína.



3- Peixe-pedra
Esta espécie está quase no topo da lista por dois motivos: é o peixe mais venenoso do mundo, além de ser um mestre do disfarce, por se esconder entre rochas no fundo do mar. O peixe-pedra não ataca, mas as pessoas devem cuidar para não terem contato com ele.

Seus espinhos são um mecanismo de defesa contra tubarões e outros predadores. O veneno pode causar paralisia temporária e morte se não for tratado imediatamente.



2 - Tubarão-tigre
O grande tubarão branco recebe toda a atenção do mundo, mas na realidade é o tubarão-tigre o responsável pelo maior número de mortes em ataques. Apesar disso, o ser humano não é o alimento preferido deles. Esta espécie se alimenta de peixes, focas, aves, lulas, pequenos tubarões, golfinhos, placas e pedaços de pneus velhos, de acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), dos Estados Unidos.

O tubarão-tigre pode atingir 18 m de comprimento e pesar até 1 t. Ele habita as águas tropicais e temperadas, especialmente, em torno de ilhas na região central do Pacífico. Dados explicam a razão pela qual a carne humana não é a preferida dos tubarões: o número anual de ataques em todo o mundo é pequeno e aproximado ao número de pessoas mortas ao serem atingidas por raios. Além disso, apenas quatro pessoas morreram em ataques de tubarão no ano passado.



1 - Águas-viva
Algumas espécies de água-viva, criaturas gelatinosas vulgarmente chamadas de cubozoários (classe cubozoa), são relativamente mortais. Embora não existam dados oficiais, dezenas de pessoas morrem anualmente por causa do contato com o veneno presente nos tentáculos desses animais.



De acordo com o Live Science, uma espécie de água-viva australiana, que possui dezenas de tentáculos - cada um com cerca de 15 m de comprimento -, possui toxina suficiente para matar até 60 pessoas. Já o veneno de uma medusa da espécie Chironex fleckeri é capaz de matar uma pessoa em menos de três minutos.

Fonte: TerraCiência

domingo, 4 de outubro de 2009

Conheça a luta de 10 animais pela sobrevivência

Muitas pessoas se queixam do ritmo de trabalho estressante nas grandes metrópoles e vivem torcendo pela chegada das férias, onde podem relaxar e curtir a tranquilidade. Mal sabem elas que no mundo animal não existe férias e quem der mole acaba sucumbindo. Para os que pensam que trabalhar é difícil, conheça o esforço diário de 10 espécies para sobreviver, conforme lista da National Wildlife Federation divulgada no site científico Live Science.

10 - Coelho
Quando você está nas últimas posições da cadeia alimentar, se reproduzir com rapidez já é literalmente uma questão de sobrevivência para a sua espécie. Os coelhos não são nem um pouco preguiçosos para o coito.

Cada fêmea pode dar à luz até sete ninhadas por ano, com quatro a seis exemplares por vez. Em alguns lugares, a reprodução acelerada da espécie se torna uma praga, aumentando a diversão para os caçadores.



9 - Minhoca
Minhocas podem parecer humildes e insignificantes, mas literalmente movem a Terra. Estes invertebrados que se arrastam pelo chão ingerem minerais e vegetais em decomposição, puxando-os para baixo da superfície para se alimentar. O produto final após essa alimentação é um nutriente "carregado" que é depositado na camada superficial do solo. Uma população saudável de minhocas pode movimentar entre 20 e 40 t de terra por hectare anualmente.



8 - Musaranho
Musaranhos são pequenos mamíferos, como o rato, que se alimentam de insetos, vermes, moluscos e outros pequenos animais. Eles possuem um metabolismo extremamente rápido e estão constantemente se movimentando em busca de comida. Para abastecer seu metabolismo, o musaranho nunca para de trabalhar e precisa consumir duas a três vezes o seu peso em alimentos diariamente para sobreviver.




7 - Andorinha-do-Ártico
A migração é um trabalho árduo e as andorinhas-do-Ártico são as que mais viajam. A espécie migra ao longo do mar e raramente é vista em terra, exceto durante o acasalamento. Considerando-se que uma andorinha-do-Ártico pode viver até 30 anos, um único pássaro pode viajar mais de 650 milhas em vida.



6 - Beija-flor
Tal como outras aves, o beija-flor também têm necessidade de bater as asas para voar, mas em uma velocidade muito mais rápida do que as demais espécies. Cada asa chega a bater entre 40 e 50 vezes por segundo. Algumas espécies de beija-flor atingem 80 batidas de asa por segundo. Até mesmo o coração desta ave trabalha duro: são 1.260 batidas por minuto.



5 - Castor
O castor é provavelmente o animal com maior capacidade de alterar seu ambiente com trabalho duro. Somente os seres humanos mudam mais a paisagem onde moram do que os castores. Um exemplar de 18 kg pode derrubar árvores de vários tamanhos e utilizá-las para construir suas tocas em riachos.



4 - Leão
Como na sociedade das abelhas, no mundo dos leões são as fêmeas que fazem o trabalho mais difícil. As leoas caçam a maior parte dos alimentos e ensinam os jovens a se virarem sozinhos. Trabalhando juntos, eles podem atacar animais do próprio tamanho e até maiores, como elefantes e girafas. Os machos passam a maior parte do tempo dormindo e comendo.



3 - Abelha
Todos sabem do esforço das abelhas no trabalho diário em busca do néctar. Uma abelha-operária tem que trabalhar 10 horas por dia durante seis dias para coletar néctar suficiente para criar apenas um pouco de mel.

E não são somente as operárias que ficam ocupados demais. A abelha-rainha pode colocar cerca de 1,5 mil ovos em apenas um dia. Apenas os machos, os zangões, não trabalham muito. Eles aguardam o momento de acasalar com uma rainha.



2 - Formiga
Existem milhares de espécies de formiga no mundo e elas comem um monte de coisas diferentes. Algumas são carnívoras, se alimentando de qualquer inseto ou animal que conseguirem. Outras reúnem milhões de sementes de plantas para armazená-las em silos subterrâneos.

Independente da espécie, todas as formigas são incrivelmente fortes e capazes de levantar cargas que pesam entre 10 e 50 vezes o próprio peso. Elas trabalham em conjunto para transportar alimentos e defender a colônia dos predadores.



1 - Salmão
O salmão vive nos oceanos salgados quando adulto, mas é na água doce de rios que ele se reproduz. A espécie nada contra as fortes correntes dos rios, saltando até mesmo por cachoeiras. Para o salmão do Pacífico, a viagem é somente de ida. Eles gastam tanta energia tentando saltar, que após a desova acabam morrendo por esgotamento.



Fonte: Terra Ciência

Pesquisadores localizam espécie de pássaro que come morcegos

Espécie de chapim real ( Parus major ) encontrada em uma caverna da Hungria estava caçando e comendo morcegos de pequeno porte Foto: Getty Images

Espécie de chapim real (Parus major) encontrada em uma caverna da Hungria estava caçando e comendo morcegos de pequeno porte
Foto: Getty Images


Os pássaros canoros típicos têm dietas corriqueiras - sementes ou certos insetos, bem como frutas. Mas existem exceções. Em uma caverna da Hungria, pesquisadores localizaram espécimes de chapim real que estavam caçando e comendo morcegos de pequeno porte.

O chapim real (Parus major) em geral se alimentam de insetos, ainda que já houvesse informações sobre pássaros que se alimentam de morcegos, na Hungria e Polônia.

Peter Estok, do Instituto Max Planck de Ornitologia, na Alemanha, e seus colegas, conduziram observações sistemáticas durante dois invernos em uma caverna nas montanhas Bukk, nordeste da Hungria, e registraram 18 incidentes de predação. O estudo foi publicado pela revista Biology Letters.

Os pesquisadores constataram que, se deixassem comida para os pássaros regularmente fora da caverna, a predação em geral desaparecia. Isso sugere que comer morcegos é um último recurso para os pássaros, que não migram e precisam se virar com comida limitada no inverno.

Tradução: Paulo Migliacci ME

"Lagarto-Aranha" atrai curiosos no Reino Unido

O lagarto agama ( Agama mwanzae ) possui uma coloração vermelha e azul semelhante à roupa do Homem-Aranha, heroi da Marvel conhecido dos quadrinhos e ... Foto: Telegraph/Reprodução

O lagarto agama (Agama mwanzae) possui uma coloração vermelha e azul semelhante à roupa do Homem-Aranha, heroi da Marvel conhecido dos quadrinhos e do cinema
Foto: Telegraph/Reprodução


Uma espécie de lagarto nativa do Quênia que possui uma coloração vermelha e azul semelhante à roupa do Homem-Aranha, heroi da Marvel conhecido dos quadrinhos e cinema, tem atraído diversos compradores às lojas de animais exóticos britânicas, segundo informações divulgadas pelo diário Telegraph nesta segunda-feira. O "Lagarto-Aranha", da espécie agama (Agama mwanzae), se torna manso e dócil com o trato diário, mas necessita de equipamentos especializados para manter a temperatura corporal.

A espécie pode crescer até 30 cm de comprimento e possui uma alimentação que inclui gafanhotos, grilos, larvas e outros insetos.

Apesar da semelhança com o Homem-Aranha, o "Lagarto-Aranha" é incapaz de lançar teias, mas em compensação pode mudar de cor - os machos ficam marrons à noite ou quando estão assustados. Além disso, ele pode correr somente nas patas traseiras e, como o xará da Marvel, consegue escalar paredes verticais.

Fonte: Terra Ciência

sábado, 3 de outubro de 2009

Lagarto-leopardo e mais 162 espécies são descobertas na Ásia

O lagarto  Goniurosaurus catbaensis  tem a pele semelhante a de um leopardo e olhos alaranjados de gato Foto: AFP

O lagarto Goniurosaurus catbaensis tem a pele semelhante a de um leopardo e olhos alaranjados de gato
Foto: AFP


A planta Musa rubinea está entre as 100 novas espécies de flora encontradas ao longo do rio Mekong.



O sapo da espécie Limnonectes megastomias que se alimenta de pássaros e insetos e utiliza suas duas pequenas presas como arma nos combates entre machos na época de acasalamento


A World Wildlife Fund (WWF), ONG que luta pela proteção da vida selvagem, anunciou nesta sexta-feira a descoberta de 163 novas espécies - incluindo um lagarto leopardo e uma rã com presas - na bacia do rio Mekong, no sudeste da Ásia. Entre os achados, estão 100 novas plantas, 28 peixes, 18 répteis, 14 anfíbios, dois mamíferos e uma ave. As informações são do jornal espanhol El Mundo.

A rã da espécie Limnonecter megastomias, descoberta na Tailândia, se alimenta de pássaros e insetos e utiliza suas duas pequenas presas como arma nos combates entre machos na época de acasalamento. No norte do Vietnã, foram descobertos um lagarto (Goniurosaurus catbaensis) com pele semelhante a de um leopardo e olhos alaranjados de gato, uma serpente (Cryptelytrops honsonensis) com a pele listrada e um pássaro (Stachyris nonggangensis) que não voa, preferindo apenas caminhar.

A ONG alerta que somente 5% do habitat destas espécies está intacto e o aquecimento global acelera o risco de extinção da fauna e flora. A região de 4.350 km ao longo do rio Mekong se estende do sudoeste da China pelo Vietnã, Laos, Camboja, Tailândia e Mianmar.


Fonte: Terra Ciência

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Cientistas dizem que antenas de borboletas funcionam como GPS

Sensores naturais usam como referência a luz do sol e guiam animais.




Reuters
Foto por Reuters
O experimento mostrou que as borboletas têm sensores no cérebro e nas antenas responsáveis por guiar seu voo dos Estados Unidos ao México

Cientistas americanos anunciaram nesta quinta-feira (24) a descoberta de que milhares de borboletas que anualmente migram dos Estados Unidos para o México faem de suas antenas uma espécie de GPS - sistema de posicionamento global que permite identificar as coordenadas geográficas.

Os animais usam como referência a luz solar e a partir de sensores naturais chamados relógios cicardianos localizados no cérebro conseguem estimar a hora do dia e a posição do sol, o que permite encontrar o sul. A novidade é que os mesmos sensores estão loocalizados nas antenas.

Steven M. Reppert, neurobiologista da Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts, diz que a descoberta fornece informações que poderão ser usadas em outras pesquisas.

- Esse inseto vai nos ensinar como o cérebro humano funciona e dará pistas sobre os relógios antenais de outros animais que também dependem do sol como abelhas e formigas.

Para descartar a hipótese de que os relógios cicardianos não estão apenas no cerébro, os cientistas seguraram as borboletas delicadamente pelas asas e mergulharam suas antenas em esmalte. As que tiveram as antenas esmaltadas em preto perderam a noção da direção sul. As que receberam esmalte transparente conseguiram voar normalmente pela rota de costume.

Com isso, os pesquisadores comprovaram que o olfato não está ligado ao mecanismo de orientação, pois qualquer tipo de esmalte tem o poder de bloquear esse sentido.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Como e por que os morcegos se penduram de cabeça para baixo o dia todo?

À noite, os morcegos se lançam no ar e agarram centenas de insetos e outros pequenos animais. Mas durante o dia, eles praticamente não se movem, passam o tempo pendurados de cabeça para baixo em um lugar isolado, como no teto de uma caverna, na parte de baixo de uma ponte ou no interior de uma árvore esburacada.

Há algumas razões diferentes para os morcegos se empoleirarem dessa maneira. Em primeiro lugar, isso os deixa na posição ideal para alçar vôo. Ao contrário dos pássaros, os morcegos não conseguem se lançar no ar a partir do chão. Suas asas não produzem elevação suficiente para alçar vôo sem um impulso inicial e seus membros inferiores são tão pequenos e pouco desenvolvidos que eles não conseguem correr para acumular a velocidade necessária para alçar vôo. Em vez disso, eles usam as garras dianteiras para subir até um lugar alto e se lançam de lá para iniciar o vôo. Dormindo de cabeça para baixo, em um lugar alto, eles ficam prontos para voar se precisarem escapar do abrigo.


Foto cedida Museu de História Natural de Georgia
Um grande morcego marrom se prepara para se lançar de uma árvore. O grande morcego marrom é uma das espécies mais comuns de morcegos na América do Norte e do Sul. Eles se empoleiram em grandes colônias, muitas vezes em sótãos, celeiros e outras estruturas feitas pelo homem.

Ficar pendurado de cabeça para baixo também é uma ótima maneira de se esconder do perigo. Durante as horas em que a maioria dos predadores está atuando (principalmente pássaros predadores), os morcegos se reúnem em um lugar onde poucos animais pensariam em olhar e que muitos deles não conseguem alcançar. Isso permite que eles desapareçam do mundo até que a noite chegue de novo. Também existe pouca competição para conseguir esses locais de abrigo, já que outros animais voadores não têm a habilidade de se pendurar de cabeça para baixo.

Os morcegos possuem uma adaptação fisiológica única que os permite se pendurar dessa maneira sem fazer nenhum esforço. Se você quer apertar um objeto, precisa contrair vários músculos em seu braço, que estão ligados ao seus dedos pelos tendões. Quando um músculo se contrai, ele puxa um tendão, que faz um de seus dedos fechar. As garras de um morcego se fecham da mesma maneira, mas seus tendões estão ligados apenas à parte de cima do corpo, e não a um músculo. Para se pendurar de cabeça para baixo, um morcego voa até essa posição, abre suas garras com outros músculos e encontra uma superfície para agarrar. Para fazer com que as garras se prendam a uma superfície, o morcego simplesmente relaxa o corpo. O peso da parte superior do corpo puxa para baixo os tendões ligados às garras, fazendo com que elas agarrem. As articulações das garras travam nessa posição, e o peso do morcego as mantém fechadas.

Como conseqüência, o morcego não precisa fazer nada para ficar pendurado de cabeça para baixo. Ele só precisa fazer algum esforço para se soltar, flexionando os músculos que fazem com que suas garras abram. Como as garras permanecem fechadas quando o morcego está relaxado, um morcego que morre enquanto está empoleirado irá continuar de cabeça para baixo até que alguma coisa (outro morcego, por exemplo) o solte.

Mais sobre morcegos
Ele persegue ursos de Kodiak, extrai veneno de cobras venenosas e faz amizade com raposas-voadoras - ele é Jeff Corwin, e suas aventuras selvagens já o levaram do Quênia ao Peru­. Para mais informações, assista aos programas (em inglês) de Jeff Corwin no Animal Planet.
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